História

A história da casa atleticana começou em 1914, quando o presidente do Internacional Foot Ball Club, Joaquim Américo Guimarães, comandou a construção de um estádio no coração do bairro Água Verde. Após a fundação do Clube Atlético Paranaense, em 1924, o Rubro-Negro começou a utilizar o estádio, batizando a praça esportiva com o nome do principal responsável pela construção.

Entre 1937 e 1939, o estádio sofreu a primeira grande modificação com a instalação da arquibancada de concreto coberta. A segunda reforma ocorreu em 1967, com a construção de novos degraus na arquibancada, novos vestiários e alambrados.

O primeiro sistema de iluminação do Joaquim Américo foi instalado em 1980. Neste mesmo ano, o estádio foi novamente ampliado. Em 1986, o Atlético Paranaense passou a mandar seus jogos no estádio do Pinheirão e só voltou a jogar no local em 1994, após ampla reforma e ampliação.

A REVOLUÇÃO

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O dia 26 de maio de 1995 é uma das datas mais importantes na história do Atlético Paranaense. Foi em uma reunião neste dia que o Clube passou por sua maior revolução. Uma Comissão Gestora, liderada por Mario Celso Petraglia, foi criada e implantou uma nova filosofia dentro do CAP. A partir deste momento, o Atlético Paranaense começou a ser administrado de maneira competente e profissional.

Passados dois anos da revolução, o Atlético iniciou uma nova etapa em sua vida. Em dezembro de 1997, o estádio recebeu a sua maior alteração e iniciou a construção da Arena, em um projeto ousado e inovador. A inauguração, no dia 24 de junho de 1999, foi um dos maiores espetáculos que a cidade de Curitiba já presenciou.

A empolgação da torcida era algo contagiante, pois durante os 18 meses de construção muitos acompanharam as obras no Mirante, que virou um ponto de encontro dos rubro-negros e também serviu como local para a conquista de novos atleticanos. Desde a parte interna do estádio, com a praça de alimentação, o acesso em diversas escadas e elevadores, chegando as arquibancadas, coladas ao campo, criando mais uma vez o Caldeirão do Furacão, tudo era comentado e fotografado pela torcida.

Após o hino, as equipes do Atlético Paranaense e Cerro Porteño (PAR) entraram em campo para a primeira partida. E, assim como na volta da antiga Baixada em 1994, o Furacão venceu seu jogo de estreia.

Atuando novamente em seus domínios, o Atlético Paranaense conseguiu resultados expressivos que levaram a conquistas como Seletiva da Libertadores (1999), o Campeonato Brasileiro (2001) e dois vice-campeonatos: Brasileiro de 2004 e Copa Libertadores da América de 2005. Dez anos depois da construção, o CAP inaugurou o Setor Brasílio Itiberê na vitória por 1 a 0 sobre o São Paulo, no Campeonato Brasileiro.

A última transformação no estádio aconteceu em 2014, quando a casa rubro-negra foi ampliada e reformulada para receber os jogos da Copa do Mundo. Durante o Mundial, foram quatro partidas disputadas: Irã 0x0 Nigéria, Honduras 1×2 Equador, Austrália 0x3 Espanha e Argélia 1×1 Rússia.

Após a Copa do Mundo, em 2015, o estádio também se tornou o primeiro da América Latina e do Hemisfério Sul (construído para o futebol) a possuir a tecnologia retrátil em seu teto, que permite a realização de partidas e eventos independentemente das condições climáticas. Em 2016, foi instalado gramado sintético com o certificado FIFA Pro.

Com capacidade para 43 mil torcedores em jogos de futebol, a estrutura pode receber até 60 mil pessoas em eventos com total conforto e segurança aos frequentadores. Dentre os itens, estão a cobertura total de todas as cadeiras, infraestrutura de última geração, espaços de imprensa, estacionamento coberto, Setor VIP e camarotes, amplos vestiários para atender aos protagonistas do espetáculo, além de acessibilidade para pessoas com necessidades específicas.